Cinco perguntas para uma decisão informada sobre laser

Conhecer o nome do equipamento não é suficiente para decidir sobre um tratamento com laser. A decisão deve começar numa consulta médica, com diagnóstico, avaliação individualizada e explicação dos benefícios, limitações e riscos.
1. O que está realmente a ser tratado?
A mesma queixa pode ter causas diferentes. É necessário compreender o diagnóstico, se existe indicação para tratar, se o laser é adequado e quais são as alternativas.
2. Porque foi escolhido este laser?
Existem diferentes tecnologias. A escolha deve considerar o objetivo do tratamento, o fototipo e o estado atual da pele, a zona e a profundidade da estrutura a tratar e os fatores individuais de risco.
3. Quem vai realizar o tratamento?
Importa confirmar se haverá consulta médica, a qualificação e a experiência do médico, quem define o protocolo e os parâmetros e quem assume o acompanhamento.
4. Que resultado é realista esperar?
Os resultados variam de pessoa para pessoa e podem exigir mais do que uma sessão. Devem ser esclarecidos o benefício esperado, as limitações, o número provável de sessões, o intervalo entre elas e o momento em que será possível avaliar o resultado.
5. Que riscos existem e como será o acompanhamento?
Antes de decidir, devem ser explicados os efeitos esperados, os possíveis efeitos secundários e complicações, o tempo de recuperação e os cuidados antes e depois do tratamento. É também importante saber quem contactar perante uma reação inesperada.







