Consentimento informado: compreender antes de decidir

Antes de qualquer procedimento, a pessoa deve receber e compreender informação clara e suficiente para decidir. O consentimento informado pressupõe diálogo, esclarecimento e oportunidade para colocar perguntas, não se resumindo à assinatura de um documento.
Indicação e expectativas
É necessário compreender por que está indicado o procedimento, o que será realizado e em que zonas, quem o realizará, que produto ou tecnologia será utilizado e quantas sessões poderão ser necessárias. Os benefícios esperados devem ser acompanhados da explicação sobre o início dos resultados, a duração provável, as limitações e a variabilidade individual da resposta.
Riscos, alternativas e acompanhamento
A informação abrange os efeitos frequentes e transitórios, as complicações relevantes e os riscos específicos daquela pessoa. Inclui alternativas adequadas e a possibilidade de não realizar o ato, bem como os cuidados antes e depois, a recuperação previsível, os sinais que justificam contacto médico e o plano de acompanhamento.
Uma decisão sem pressão
Deve haver tempo para perguntas, esclarecimento de dúvidas e reflexão. A decisão de não realizar o procedimento também deve ser respeitada. A avaliação, a informação e uma escolha verdadeiramente esclarecida antecedem o tratamento.







